Você sabia que o leite materno tem 3 fases? Pois bem, no post de hoje você vai entender as fases do aleitamento materno. Que são: colostro, transicional e maduro.
Quem explica cada uma das fases do aleitamento materno é o nosso colunista, o Dr. Marcelo Marinho. Confira.
Fases do aleitamento materno
Todos sabem da importância do ato de amamentar, seja por seu lado instintivo, como também por seu caráter nutricional, protetor e de vínculo afetivo entre mãe e bebê. Ao longo de todo esse processo de amamentação, importantes transformações ocorrem com o leite materno até que possa ser chamado de leite maduro.
A amamentação materna é algo tão importante que, oferecer o peito na 1ª hora após o nascimento, tem o poder de, até mesmo, reduzir a mortalidade infantil. Desde o seu início, o leite materno possui três fases de evolução, determinadas por alterações do perfil hormonal da mãe.
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Primeira fase do aleitamento materno
Na 1ª delas, é chamado de colostro. Surge na 1ª ‘descida’ do leite, a apojadura, que ocorre entre o 1º e 3º dias de pós-parto. Esse material em consistência mais líquida do que o leite maduro. Pode ser ligeiramente transparente, o que faz algumas mamães, erradamente, acharem ser um ‘leite fraco’.
Ocorre que o colostro é semelhante ao leite maduro no que diz respeito aos nutrientes. A diferença é que contém mais proteínas e anticorpos e menos teor de gordura. Por isso, entende-se ter enorme papel nas primeiras proteções do bebê.
Segunda fase do aleitamento materno
Na 2ª fase, surge o leite de transição, em amadurecimento. Sua composição já é diferente. É produzido entre o 3º ao 5º dia até o 15º dia de pós-parto. Rico em gordura e lactose, além de contar com uma redução na produção de proteínas. Nessa fase, a mãe percebe as mamas mais cheias e pesadas, sendo necessárias mamadas mais frequentes para aliviar o acúmulo e o desconforto.
Terceira fase do aleitamento materno
O leite maduro surge na 3ª fase. Aproximadamente 2 semanas após o parto, já em estágio definitivo por todo o período de amamentação. Contém todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento, como proteínas, carboidratos e lipídeos, além de algumas vitaminas, como A e C, e sais minerais.
Essas características fazem com que o leite seja suficiente como alimentação exclusiva até o 6º mês de vida. Ou seja, sem a necessidade de qualquer tipo de complementação, desde que a amamentação esteja ocorrendo de modo leve e equilibrado.
Algumas recomendações gerais são muito importantes, como:
. Oferecer orientação de profissional adequada;
. Sugerir alternância entre as mamas a cada mamada;
. Evitar uso de cremes, pomadas, álcool, na lavagem e asseio das mamas;
. Ter um local calmo e apropriado que favoreça a interação mãe-bebê;
. Expor os mamilos à luz solar por alguns minutos ao dia, pela manhã;
Enfim, por ser uma fase longa e cansativa, toda mãe deve ser encorajada e estimulada para obter o sucesso esperado.
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